domingo, 9 de outubro de 2011

A hospedeira - Stephenie Meyer

A hospedeira – Stephenie Meyer

O planeta terra foi invadido...  Um inimigo desconhecido parte a dominação humana, o único meio da sobrevivência de sua raça; Assim os humanos estão sendo reprimidos por estes seres, que são inseridos no nosso corpo, dominando a alma original e passando a prosseguir a vida das almas que pertenciam a estes corpos – Hospedeiros.
Mas parece que a obstinação humana é preponderante, muitas espíritos não aceitam serem substituídos por singelas almas prateadas invasoras; Como a Alma de Melanie Stryder, que persistente em continuar em seu corpo, vivendo as fortes emoções de sua mente; A alma invasora – Peregrina - luta pela sua supremacia, mas Melanie não está afim nenhum pouco de ceder isto a ela.
Assim Peregrina passa a viver as emoções e sentimentos de Melanie, passando a amar do mesmo modo aqueles que Stryder já amara. Passando por intensas aventuras as duas - ou melhor, as duas almas e um corpo – partem em busca do seu verdadeiro amor. Tentando ser aceita por todos, Peregrina, luta pela aceitação dos humanos que amavam Melanie. É uma história de abdução alienígena, em que os parasitas são almas que viveram em vários mundos extraterrestres, a Peregrina já viveu em 8 mundos e 8 hospedeiros, enfrentado o seu 9º mundo e 9ª hospedeira. Ambas aprendem uma com a outra, tanto a vida humana quanto a vida hospedeira aprendendo os limites e possibilidades de cada uma.

Stephe, faz uma analogia ao amor e a humanidade, até que pontos o amor transforma a vida das pessoas é uma ficção científica, envolvendo o romance e meio que "suspense"; Em que na própria capa do livro Meyer diz: "...Um triângulo amoroso com apenas dois corpos.[...] - O amor romântico e o amor Platônico."


By: Bárbara Lúcia

ISA*



Ao chegar, hesitei...
Ao saber a triste notícia... Tive a esperança que te curarias, mas ao invés disto tu fostes; Agradeço por que me fizeste feliz, nos momentos que mais precisei, você estava ali. Me acariciando, pedindo carinho, abanando o rabinho quando te colocavas em meu colo... Estes momentos serão marcados. Eternamente! Lembrarei sempre de ti, das tuas travessuras, dos instantes em que sentia alegria, medo e dor. Quando estavas sofrendo e não percebi, fui tratar de ti, mas talvez era tarde... estavas muita fraca e não podias me avisar... Sinto muitas saudades. O que agora só posso fazer, é lembrar e lembrar... Também imaginar aonde tu possas estar, pois acredito que estás com aqueles que também se foram. Sois uma criaturinha de teu criador, como qualquer outra, mereces o céu e mais além. Desejo que estejas no Edém que todos sonhamos um dia, esperando um dia por mim e matarmos a saudade... Só digo adeus; Um adeus atrasado, mas sei que um dia te reencontrarei...


 
 

Isa e sua mãe Pretinha

Isa e seu pai Natal

Isa e sua irmãzinha Hermione








Isa, estarás sempre em meu coração!

"Se pela força da distância, você se ausenta. Pela força que há na saudade,você voltará."

Padre Fábio de Melo

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Soneto - O amanhã




 O amanhã




Depende de nós se tudo continuar em pé
 Se em cada manhã o sol vier a raiar,
E que no amanhecer de um homem a alegria possa estar,
E que esses males não voltem com a força de uma maré.

Do tempo que nos foi dado
Estou cansado de alertar,
Pois de tanta ambição ai de um dia,  a tristeza virá,
Neste todo prazer nada foi recompensado.

D’alma já não resta mais a fé.
Não nascerá em cada semente o fruto,
Não haverá espigas e plantações de café.

Depende de nós se o recomeço de tudo
Seja homem ou mulher,
Que pudesse refazer este mundo.

Autores: Bárbara Lúcia e Thalles Enrick

domingo, 11 de setembro de 2011

11/09/01

Eu só tinha cinco anos, não lembro, Graças a Deus, deste momento triste e marcante.
Lembro-me das reportagens posteriores, das famílias que perderam os parentes, das pessoas que sobreviveram, dos destroços...
Fico imaginando, depois de uma década, de como as pessoas se encontrariam atualmente, como seria se nada disso tivesse ocorrido.
Bom, acho que como eu nenhum de nós somos dignos para imaginar isto, não podemos nos incumbir aos segredos de Deus. Ele nos deu o que nos torna mais dignos do que somos: A liberdade, a questão é se cada um de nós souber usá-la com sabedoria. Peço ao meu querido Jesus que tenha compaixão e dê conforto as pessoas que sofrem pelos que já se foram e que guarde as mesmas em um lugar merecedor pelo que sofreram.
Infelizmente não podemos nos esquecer deste 11 de setembro e até seria indigno se fizéssemos isto, pois estas pessoas não morreram em vão. Mesmo não as conhecendo sei, que cada uma teve o seu momento exato e sua missão aqui na terra, como cada um de nós temos. Que Deus tenha misericórdia de todos, não dos que procuram a paz, o amor e nem o nosso Deus, mas para aqueles que ainda não acordaram, que continuam no sono profundo, que não tem amor no coração e que acham que estes gestos maldosos, os levarão a Glória, ironicamente muitos pensam assim.
Mas tenho certeza que pagarão pelo que fizeram, só não cabe a nós fazê-los pagar.

Rezo neste momento uma Ave-maria por todas as Almas, pois dez anos que se passaram creio que foram 10 dias a todos que sofreram com os atentos de 11 de setembro de 2001. Não deixo este caso como particular, pois existem casos horríveis de chacina, mas este dia já esta marcado, pelas quase 3.000 mortes. Que nunca serão esquecidas!


By: Bárbara Lúcia



Poemas: Recordações"Blos" e A fada das crianças "Fernando Pêssoa"

RECORDAÇÕES


Hoje encontrei
Esta mensagem muito bela
Em que me encantei

E a cada instante
Me vem a imaginar
Das lindas palavras
Que me fazem repousar

Fico regozijando e clamando
Lembrando dos momentos que passei
Quando me vinha na infância
O que é ser feliz
BLOS



 A Fada das Crianças
Do seu longínquo reino cor-de-rosa,
Voando pela noite silenciosa,
A fada das crianças vem, luzindo.
Papoulas a coroam, e, cobrindo
Seu corpo todo, a tornam misteriosa.

À criança que dorme chega leve,
E, pondo-lhe na fronte a mão de neve,
Os seus cabelos de ouro acaricia-
E sonhos lindos, como ninguém teve,
A sentir a criança principia.

E todos os brinquedos se transformam
Em coisas vivas, e um cortejo formam:
Cavalos e soldados e bonecas,
Ursos e pretos, que vêm, vão e tornam,
E palhaços que tocam em rabecas...

E há figuras pequenas e engraçadas
Que brincam e dão saltos e passadas...
Mas vem o dia, e, leve e graciosa,
Pé ante pé, volta a melhor das fadas
Ao seu longínquo reino cor-de-rosa.

(Fernando Pessoa, Poesias Inéditas)

"Bom, neste instante encontrei este poema de Fernando Pessoa no blog sininho nas asas do sonho, por este endereço: http://sininhonasasasdosonho.blogspot.com/
Em que, aproveitei e pus o meu... pudemos dizer, acho que poema. ´Sei lá', nunca tive criatividade para isto, acho que as fadinhas deixaram escapulir um pouquinho de seu pozinho mágico. 'Hihi'. Então, Compus 'RECORDAÇÕES', primeiro e único.

By: Bárbara Lúcia

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Gratidão - Wallace Rodrigues

Gratidão

Uma linda mensagem para a gente refletir!
Gratidão:
O homem, por detrás do balcão olhava a rua de forma distraída. Uma garotinha se aproximou da loja e apertou o narizinho contra o vidro da vitrine.
Os olhos da cor do céu brilharam quando ela viu determinado objeto.
Entrou na loja e pediu para ver o colar de turquesas azuis. É para minha irmã. Pode fazer um pacote bem bonito?
O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou: Quanto dinheiro você tem?
Sem hesitar, ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazendo os nós. Colocou-o sobre o balcão e feliz, disse: Isto dá, não dá?
Eram apenas algumas moedas, que ela exibia orgulhosa.
Sabe, eu quero dar este colar azul para a minha irmã mais velha. Desde que morreu nossa mãe, ela cuida da gente e não tem tempo para ela. É seu aniversário e tenho certeza que ela ficará feliz com o colar que é da cor dos olhos dela.
O homem foi para o interior da loja, colocou o colar em um estojo, embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com uma fita verde.
Tome, leve com cuidado.
Ela saiu feliz, saltitando rua abaixo.
Ainda não acabara o dia quando uma linda jovem de cabelos loiros e longos e maravilhosos olhos azuis, adentrou a loja.
Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho desfeito e perguntou:
Este colar foi comprado aqui?
Sim, senhora.
E quanto custou?
Ah... Falou o homem, o preço de qualquer produto da minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o cliente.
A moça continuou: Mas minha irmã tinha somente algumas moedas. O colar é verdadeiro, não é? Ela não teria dinheiro para pagá-lo!
O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho, colocou a fita e devolveu à jovem dizendo: Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar. Ela deu tudo o que tinha.
O silêncio encheu a pequena loja, e duas lágrimas rolaram pelas faces jovens, enquanto suas mãos tomavam o embrulho e ela retornava ao lar, emocionada.
Moral:
Verdadeira doação é dar-se por inteiro, sem restrições. Gratidão de quem ama não coloca limites para os gestos de ternura.
E gratidão é sempre manifestação dos Espíritos que têm riqueza de emoções e altruísmo.
Seja sempre grato, mas não espere pelo reconhecimento de ninguém.
A gratidão é dever que não aquece apenas quem a recebe, mas também reconforta quem a oferece.

By: Bárbara Lúcia

(Obs.: Trecho extraído de: O colar de turquesas azuis, do livro Remotos cânticos de Belém, de Wallace Leal Rodrigues, ed. O Clarim.)

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Poema - Alma perdida

Atividade em sala, continuação do poema de Florbela Espanca.

Professor: Luciano Azevedo
Escola Técnica estadual Professor Agamemnon Magalhães - ETEPAM
Aluna: Bárbara Lúcia

 Alma perdida

Toda esta noite o rouxinol chorou,
Gemeu, rezou, gritou perdidamente!
Alma de rouxinol, alma da gente,
Tu és, talvez, alguém que se finou!

Tu és, talvez, um sonho que passou,
Que se fundiu na Dor, suavemente…
Talvez sejas a alma, a alma doente
D’alguém que quis amar e nunca amou!
Florbela Espanca

Continuação...

Lembrando dos momentos que sempre sorriu

E nada pôde fazer, apenas enlouquecer
ao que nunca pode dizer e sempre sentiu...


Todavia não posso ocultar e desfazer;
O que sou, sinto e pratico.
Por que seria tentar esconder, o impossível de não demonstrar e dizer!
BLOS

Toda esta noite o rouxinol chorou,
Gemeu, rezou, gritou perdidamente!
Alma de rouxinol, alma da gente,
Tu és, talvez, alguém que se finou!

Tu és, talvez, um sonho que passou,
Que se fundiu na Dor, suavemente…
Talvez sejas a alma, a alma doente
D’alguém que quis amar e nunca amou!

Toda a noite choraste… e eu chorei
Talvez porque, ao ouvir-te, adivinhei
Que ninguém é mais triste do que nós!

Contaste tanta coisa à noite calma,
Que eu pensei que tu eras a minh’alma
Que chorasse perdida em tua voz!…

Florbela Espanca


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Tempos de criança, inesquecível

Tempos Inesquecíveis! É impossível não lembrar, eu adorava estes desenhos e ainda gosto... RIRI. Era maravilhoso, desenhos educativos e divertidos, diferente do que vemos atualmente...
 
 
Caillou


O pequeno urso

Os camundongos aventureiros

As trigêmias

Os sete monstrinhos

Telletubies

Rupert

Clifford, o gigante cão vermelho


Os desenhos animados da TV cultura, deveriam ser repassados!
Saudades daqueles tempos...


By: Bárbara Lúcia

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Será que é necessário acontecer?!

Fico pensado, em o que fazer: quando se é julgado, de maneira injusta em público.
Bom, me pergunto por que este ano em minha vida, estou passando por tantos problemas. Em relação à principalmente aqueles em que o indivíduo é “imprensado na parede”, esmagado pelas pessoas, praticamente sem motivo algum. Eu acho que se existe certo problema com alguém, ou caso parecido, Deve-se ter uma conversa plena, objetiva e principalmente justa e PARTICULAR. Compreender a posição do outro e não dar características que o ofendam, mesmo que as palavras citadas não sejam tão agressivas. Pois, de acordo com o contexto, elas podem indicar ofensas graves, deixando o outro decepcionado. “Cuidado. As palavras machucam. E quem as ouve nunca esquece!” Não sei se pelo que passo é alguma provação, percebo que estou um pouco longe do meu Deus. Talvez ele esteja mostrando que estas coisas são momentos da vida impossíveis de se apagar e que MARCAM, mas que é necessário termos FÉ. Pois apenas ela nos dá o conforto nestes instantes.
E então constato que:
“Construindo minha vida, buscando meus sonhos, caindo e levantando, vivendo e aprendendo.”
“Antes de falar, ouça. Antes de agir, pense. Antes de criticar, conheça.”
“Pessoas que não se importam magoam outras. Pessoas que se importam são magoadas...”
“Apenas gostaria de me importar menos, com as atitudes alheias que ofendem”

sábado, 13 de agosto de 2011

A Batalha do apocalipse - Eduardo Spohr

Ontem às 23:10 hs da noite, dia 12/08/2011; Terminei de folhear as últimas páginas do livro mais incrível e fascinante qiue já li. A batalha do apocalipse de Eduardo Spohr.
 

Bom, como já disse a história é fascinante. Fala de feiticeiros, Anjos, demônios...Como personagem principal uma anjo Renegado chamado Ablon, o termo renegado se dá aqueles que por algum desacato aos "chefes" do céu, foram expulsos; Condenados a viver eternamente na terra. Como outros 18 anjos, Ablon foi um deles. Diz no livro que à milhares de anos, ocorreu uma guerra nos "céus". Onde quem a governava era Miguel, o príncipe dos anjos, na história, Deus está dormindo profundamente desde o sétimo dia do início da criação dos seres humanos, assim quem tem o poder de governar todo o universo é Miguel. Quê, com sua inveja e cíume dos humanos por serem os seres mais adorados e glorificados por Deus, o príncipe dos anjos resolve acabar com eles. Onde ocorre o grande dilúvio, muitos anjos revoltados com a intenção do príncipe resolvem impedí-lo sendo muitos que o tentaram, mortos. E assim obrigados a criação de uma conjuração à favor dos humanos, liderado pela Estrela da manhã, um dos mais lindos anjos existentes... Lúcifer. Que não pretendia outra coisa diferente de Miguel e talvez pior, o de liderar todo o povo e tornar o próprio Deus, enganando e traindo os anjos da conjuração. Que achavam que ele tinha o mesmo objetivo deles, tentar impedir que Miguel acabasse, com os homens e os dissessem onde estava o grande Deus. Poís todos acreditavam que como Miguel dizia teria uma espécie de recomeço/ fim do mundo e Deus despertaria de seu sono profundo. Descoberta a indignação destes milhares de celestiais, O príncipe dos anjos os envia a um plano espiritual Sheol ou Inferno como conhecido pelos homens, junto com Lúcifer, e 18 deles para à terra. Em que todos esperam o dia do armagedon (o fim dos tempos) pra o ajuste de contas com Miguel.

Em todo o livro mostra um pouco dos fatos históricos de todo o mundo, desde que Ablon, foi expulso do plano espiritual e condenado a viver eternamente no plano físico(na terra), o espiritual é dividido por diversos planos do além, como principais o etéreo onde vivem a maioria dos anjos e outras criatuiras, e onde fica o monte Tsafon, que na ficção, Deus está dormindo desde o sétimo dia da criação e o Astral que em profunda meditação as pessoas conseguem conectar-se com espíritos ou com outras pessoas, que estejam também conectadas ao mesmo. Entre os fatos históricos abordam desde a pré-evolução do homem até as mais atuais, misturando em todo o livro, que pode começar com 10.000 antes de cristo(A.C.) e no próximo capítulo os tempos atuais, voltando ao tempo primário. Cita alguns períodos importantes da vida humana, de todo o percuso da linha do tempo do rumo de Ablon, como guerras mundiais, construções da antiguidade, como por exemplo a Torre de Babel, diversas pirâmides, zigurates e até mesmo jardins suspensos. Mostra culturas de povos quanto do oriente como Ocidente, fala de diversos locais palcos de fatos importantes, como a babilônia, grécia, china, Roma... e até mesmo do Brasil, há momentos no livro que Ablon vive no Rio de Janeiro, é uma tipo de ficção com fatos reais, deixando a história cada vez mais encantadora.
Em sua vida em busca da paz de todo mundo, sem interesses soberbos, como os da Estrela da manhã e o do príncipe dos anjos, pelo descobrimento da esssencial da criação do mundo e de seu criador, Ablon o renegado, com olhares de àguia, cabelos longos dourados e corpo delgado (como de costumes de anjos), ao longo de sua vida, ele conhece uma feiticeira humana encantadora, Shamira, que sempre busca conhecer a cultura de povos e aprender mais e mais sobre este mundo. Os dois juntos vivem momentos temerosos e grandiosos em todo o tempo, em que por amizade e amor ao seu fiel companheiro, Shamira resolve tornar-se imortal, esperando um dia viver ao lado em paz de seu verdadeiro amor, depois do crepúsculo do mundo, que espera também o mesmo, o renegado. E que ele cumpra o seu dever de anjo soldado, lutando até o fim dos dias pela paz do mundo e esclarecimento do "sumiço" do divino. Nem que custe a sua própria vida.

Bem, além do que escrevi, tem muito mais. Em toda minhas vida(Oh 15 anos... rsrs), não tinha lido algo tão diferente, maravilhoso, espetacular e totalmente vicioso, Como a Batalha do apocalipse, recomendari-o a todos que o lessem, mas com um certo cuidado, talvez pessoas com uma "certa"maturidade, poís há trechos um pouco chocantes e dolorosos, que talvez algumas pessoas misturassem o real com a fantasia e isto é até um tanto perigoso. Como disse josé Louzeiro, escritor e roteirista:

"Não há na literatura em língua portuguesa conhecida nada que se pareça com A BATALHA DO APOCALIPSE."












by: Bárbara Lúcia